Resenha: Morte Súbita da J.K Rowling



 Você não fazem ideia de como estou feliz escrevendo esse post hoje, pois estou conseguindo seguir meu projeto de leitura "Um livro por mês" no prazo certo!
Por mais que estejamos no começo de fevereiro, consegui terminar o livro de janeiro antes do mês acabar e provavelmente o de fevereiro também será assim, uhuu!
Hoje vim trazer a resenha de Morte Súbita da escritora J.K. Rowling (isso mesmo, a mesma que escreveu Harry Potter).

O livro Morte Súbita conta a história de moradores de um vilarejo fictício na Inglaterra chamado Pagford. Os moradores do vilarejo são famílias tradicionais e aparentemente perfeitas, porém cada casa tem um problema específico entre os membros da família, como mentiras, drogas, estupro, agressões, corrupção, etc.
Logo no início, morre Barry Fairbrother, um dos conselheiros do Conselho Distrital e também cidadão mais querido e odiado do vilarejo. Barry era a favor de Fields, um bairro vizinho de classe baixa, onde moravam muitas pessoas de "má índole" e onde também mora Krystal Weedon, uma das alunas de remo de Barry e a qual ele mais dedicava seu tempo afim ajuda-la a ter um futuro mais digno. Krystal é filha de Terri, uma mulher viciada em heroína e foi criada de uma forma bem largada, o que refletiu na sua personalidade rebelde. 
Howard Mollisson, também Conselheiro Distrital, não gostava de Barry pois era defensor de Pagford e lutava pela preservação dos bons costumes, imaginando que querer os habitantes de Fields no vilarejo era pedir para coisas erradas acontecerem. Ele ficou de certa forma contente com a morte de Barry, pois assim sua cadeira no Conselho ficaria vaga para ser ocupada por alguém (seu filho, Miles) que fosse contra Fields. Howard é casado com Shirley e é dono de uma delicatéssen junto com sua sóssia Mauren.
O filho de Howard, Miles Mollisson, é advogado e casado com Samantha, uma mulher de 40 anos que se viu obrigada a casar por ter engravidado na adolescência e que agora se arrepende de ter escolhido uma vida tranquila no vilarejo. Sua diversão é causar intriga entre as pessoas, principalmente com a sua sogra.
Colin Wall, vice diretor do colégio de Pagford era um dos melhores amigos de Barry e sofreu muito com sua morte. Ele é casado com Tessa, coordenadora do mesmo colégio e pai de Stuart, mais conhecido como Bola, que tem uma personalidade forte, sendo muitas vezes rebelde e desrespeitoso com os pais. Bola é o típico "durão" que adora zuar com a cara de quem é mais frágil, tentando se sentir melhor dessa forma. 
Ele é amigo de Andrew "Arf", que seja talvez o adolescente mais normal do livro todo. A família de Arf é um tanto problemática devido a violencia gratuita de seu pai, Simon Price e da passividade de sua mãe Ruth. Simon é um dos personagens mais repugnantes do livro, que se irrita por qualquer motivo e resolve tudo na violência, sem dar chances de qualquer um se defender (isso quando o problema nem é em casa e ele desconta nos filhos).
A paixão de Arf é Gaia, uma garota nova que veio de Londres há pouco tempo e que é muito mais bonita do que qualquer outra no vilarejo. Ela veio para Pagford pois sua mãe, a assistente social Kay Bawden se apaixonou por Gavin, amigo o falecido Fairbrother e decidiu morar perto dele. 
Logo que chegou em Pagford, Gaia se tornou amiga de Sukhvinder, uma garota fora dos padrões de beleza e inteligência e que é um dos alvos principais de Bola. Seus pais são Parminder, também conselheira distrital e Vikram, ambos médicos que atendem na clínica de Pagford.
Após a morte de Barry, dá-se inicio as campanhas para eleição de um substituto no Conselho Distrital, porém os candidatos começam a ter seus segredos revelados no site do conselho por um usuário anônimo chamado de "O fantasma de Fairbrother". Esses acontecimentos começam a gerar grande desavenças entre os moradores de Pagford e um vai se voltando contra o outro na dúvida de quem foi que revelou os segredos. O desespero para manter as aparências é enorme.
O desenrolar da história é todo a cerca dos problemas e segredos, e no final do livro acontece uma morte inesperada, a qual poderia ter sido evitada por muitos personagens, e até por Barry indiretamente se ele ainda estivesse vivo. 

No geral eu não gostei do livro, mas achei o final bem reflexivo, pois a mensagem que ele passa é para pararmos de olhar apenas o próprio umbigo e se preocupar mais com quem está a sua volta porque você pode fazer diferença na vida dela.

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